Seleção Brasileira
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    Convocação
    Tabela da Copa
 
1930 no Uruguai 1934 na Itália 1938 na França 1950 no Brasil
1954 na Suíça 1958 na Suécia 1962 no Chile 1966 na Inglaterra
1970 no México 1974 na Alemanha 1978 na Argentina 1982 na Espanha
1986 no México 1990 na Itália 1994 no E.U.A. 1998 na França
2002 na Coréia do Sul e no Japão
     
 
Brasil Vice-campeão
     
 
     
 
Jogador
Posição
Clube
Taffarel Goleiro Atlético-MG
Carlos Germano Goleiro Vasco
Dida Goleiro Cruzeiro
Aldair Zagueiro Roma (ITA)
Junior Baiano Zagueiro Flamengo
Gonçalves Zagueiro Botafogo
André Cruz Zagueiro Milan (ITA)
Cafu Zagueiro Roma (ITA)
Roberto Carlos Zagueiro Real Madrid (ESP)
Zé Carlos Zagueiro São Paulo
Zé Roberto Zagueiro Flamengo
Cesar Sampaio Meio-Campista Yokohama Flugels (JAP)
Doriva Meio-Campista Porto (POR)
Emerson Meio-Campista Bayer Leverkusen (ALE)
Dunga Meio-Campista Jubilo Iwata (JAP)
Giovane Meio-Campista Barcelona (ESP)
Leonardo Meio-Campista Milan (ITA)
Rivaldo Meio-Campista Barcelona (ESP)
Ronaldinho Atacante Internazionale (ITA)
Bebeto Atacante Botafogo
Denilson Atacante Betis (ESP)
Edmundo Atacante Fiorentina (ITA)
Técnico
Zagallo
     
 
Data
Resultado
10/06/1998 Brasil 2x1 Escócia
16/06/1998 Brasil 3x0 Marrocos
23/06/1998 Brasil 1x2 Noruega
27/06/1998 Brasil 4x1 Chile
03/07/1998 Brasil 3x2 Dinamarca
07/07/1998 Brasil 1x1 Holanda
12/07/1998 Brasil 0x3 França
     
  Embalado pelo sucesso de 94, todo o Brasil se preparou para festejar, na França, o pentacampeonato. Tudo parecia indicar que o título seria conquistado. Qualidade individual não faltava em um time que mantinha praticamente a base de 94, enriquecida pelo surgimento de novos valores, como Rivaldo, Roberto Carlos, Denílson, Junior Baiano e a cristalização do talento de outros, principalmente Ronaldinho, reserva nos Estados Unidos. Nem mesmo a lesão que tirou Romário da copa parecia abalar a confiança dos brasileiros, considerados, com justiça, como os grandes favoritos.
E até a grande final, tudo confirmava as previsões dos brasileiros. O time foi construindo, rodada a rodada, uma grande campanha, passando sucessivamente por Escócia, Marrocos , Chile , Dinamarca e Holanda, tropeçando apenas diante da Noruega, num jogo em que o resultado negativo não teve maior influência, pois a classificação para a segunda fase já estava consolidada.

Até que chegou o momento decisivo, exatamente contra os donos da casa, a França. Mesmo os franceses admitiam o poderio do time brasileiro e estavam preparados para a possibilidade da derrota. Mas o Brasil sofreu o abalo de uma indisposição de Ronaldinho, que momentos antes do jogo teve de ser socorrido num hospital de Paris e se apresentou no Stade de France sem suas melhores condições físicas.
O estado de saúde de Ronaldinho teve influência decisiva no rendimento do time brasileiro, que pareceu estar anestesiado durante todo o primeiro tempo, em que a França conseguiu a vantagem de dois gols, graças ao talento de seus grandes jogadores, principalmente Zidane. Na fase final, o Brasil melhorou bastante, equilibrou a partida, mas a França soube explorar a sua vantagem de dois gols e marcou o terceiro, quase ao final, quando o Brasil já se lançava em desespero ao ataque em busca de um milagre. Ele não aconteceu e o Brasil volta a viver a expectativa de que em 2002, na Coréia e no Japão, o time conquiste o pentacampeonato, para depois fazer do hexa a próxima meta.
O time-base do Brasil na França foi formado por Taffarel; Cafu, Junior Baiano, Aldair e Roberto Carlos; Dunga, César Sampaio, Leonardo (Emerson) e Rivaldo; Bebeto (Denílson) e Ronaldinho.