Meia-armador de estilo cerebral, com técnica apuradíssima e brilhante, aliada à raça bem ao estilo do futebol do Sul do país. Era versátil e conseguia brilhar tanto defendendo quanto atacando.
Indiscutivelmente o maior jogador da história do Internacional e um dos melhores volantes da história do futebol brasileiro.
Construiu uma das mais bem sucedidas carreiras internacionais de um jogador brasileiro, conquistando um campeonato italiano pela Roma (que não o ganhava desde 1942), o
que o levou a ganhar o pomposo
título de o "Rei de Roma".
Na seleção, foi um dos melhores jogadores da Copa de 82, na Espanha, formando com Cerezo, Sócrates e Zico, um dos mais brilhantes meios-de-campo da história do futebol mundial.
Destacou-se no Internacional, onde conquistou vários títulos, e depois defendeu a Roma. Retornou ao Brasil para defender o São Paulo, onde concluiu sua carreira e tornou-se treinador, chegando a dirigir a Seleção Brasileira, após o Mundial de 90, substituindo Sebastião Lazaroni.
Como jogador, acumulou títulos: campeão gaúcho em 1973, 1974, 1975, 1976, 1978 pelo Internacional; campeão paulista em 1985 pelo São Paulo; campeão brasileiro: 1975, 1976 e 1979 pelo Internacional; campeão italiano em 1983 e da Copa da Itália em 1981 e 1984 pela Roma; campeão do Torneio Bicentenário da Independência dos E.U.A. em 1976 pela Seleção Brasileira.
Fez 38 partidas pela Seleção, marcando 9 gols.