seleções e foi convocado para os Mundiais de 66, na Inglaterra e de 70. Neste, no México, sua atuação explosiva, destruindo defesas e improvisando jogadas, lhe valeram o apelido de "O Furacão da Copa", com o qual se tornou mundialmente conhecido.
Artilheiro da Seleção Brasileira na conquista do tricampeonato mundial, foi Jairzinho quem decidiu a Taça Independência a favor do Brasil, ao marcar o gol da vitória sobre Portugal, no Maracanã em 72. Como Gilmar, participou de 100 com a camisa da Seleção.
Em 75, foi vendido pelo Botafogo ao Olympique, de Marselha, juntamente com Paulo César Lima. Em 76, voltou ao Brasil, para o Cruzeiro de Belo Horizonte, onde continuou sua rotina de marcar gols e conquistar títulos, sagrando-se campeão da Libertadores da América.
Contratado pelo Noroeste de Bauru em 78, a cidade recebeu como a um verdadeiro ídolo, lembrando o gesto de reverência aos céus que ele fazia, ajoelhado no gramado, após cada gol, no Estádio Azteca do México, no Mundial de 70.
Algum tempo depois, mudou-se para o Cochabamba, da Bolívia, onde defendeu o The Strongest. Ainda defendeu alguns pequenos clubes, voltou ao Botafogo, mas encerrou logo sua carreira.
Hoje, se divide entre dirigir suas lojas de roupas que têm o mesmo nome que o tornou famoso em todo o mundo, "O Furacão da Copa", e a comandar suas escolinhas de futebol para meninos. É também empresário, negociando jogadores. O mais famoso deles é nada menos do que Ronaldo, que ele descobriu no São Cristóvão e encaminhou para o Cruzeiro. |